Terapia de casal

A escolha (ou necessidade) de levar a vida com mais alguém e se tornar “casal” é algo que pode trazer muitas alegrias.

Significa, também, lidar com diferenças. Diariamente. Cada pessoa envolvida no relacionamento vem de um contexto familiar/social diferente da outra. Foi criada de uma forma, tem valores, crenças, pensamentos que podem ser opostos aos do/a parceiro/a. Essas diferenças, inclusive, podem dar o tom do relacionamento e serem muito bem vindas.

Dessa forma, viver um relacionamento significa estar disponível para lidar com as diferenças e conflitos, os quais são inevitáveis. Sentir que é possível conversar com o/a parceiro/a e chegar em um acordo respeitoso é uma das características de relacionamentos que funcionam bem.

 No entanto, às vezes, as relações podem se desgastar. A pessoa muda e o outro pode não acompanhar o ritmo ou estranhar quem está ao seu lado. Ou, ainda, aquele ímpeto, tesão ou alegria de estar juntos podem diminuir enormemente. Mas, ainda, se tem aquele sentimento de que aquela pessoa é importante na vida. Como lidar?

Às vezes, uma grande dúvida/conflito também chega para muitos casais: continuar o relacionamento ou termina?

A terapia de casal é um processo que auxilia nas dificuldades diversas dos casais. O processo é conduzido por um psicólogo com experiência clínica nas demandas mais comuns em relacionamentos. Em meu trabalho como terapeuta de casais, ressalto algumas características desse tipo de processo:

1)  É focado na resolução de problemas específicos (por exemplo: uso demasiado do celular, casos de infidelidade, diferenças no nível de desejo sexual, problemas na educação dos filhos, etc.)

2) O foco no trabalho do psicólogo é a relação do casal e não problemas específicos de cada pessoa (neste caso, é recomendada a terapia individual que não poderá ser feita com o psicólogo que é terapeuta do casal. Perceba que o psicólogo é psicólogo sempre do casal e não de algum dos componentes do mesmo).

3) São estabelecidos objetivos para o tratamento e o foco é na mudança.

4) É muito importante que todos os integrantes do relacionamento estejam engajados para que o processo se efetive. Se apenas uma das pessoas deseja estar na terapia de casal e a outra se recusa, é mais indicada a terapia individual para a pessoa que deseja o processo.

Se você valoriza seu relacionamento, é válido buscar todas as formas possíveis de melhorar o mesmo antes de tomar alguma decisão que pode não ser desfeita sem muito sofrimento futuramente.

Caso você viva um relacionamento e está confuso/a sobre os próximos passos a tomar ou como melhorar o que construíram até a hoje, a terapia de casal pode ser muito eficiente.

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Marcos Roberto Alves de Carvalho
Sexólogo | Psicólogo (CRP 08 – 19155)

E-mail: psicodiversidade@psicodiversidade.com

Endereço:

R. Padre Anchieta, 2540 – Bigorrilho, Curitiba – PR, 80730-000

Este site não oferece tratamento e/ou acompanhamento imediato (s) para pessoas em crises suicidas. Em caso de crise suicida, por favor, entre em contato com o CVV pelo telefone 188 ou acesse o site http://www.cvv.org.br. Se tratando de emergência, procure atendimento no hospital mais próximo.

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